02/04/2009

Sou metal... Raio, relâmpago e trovão.

-Pain of Salvation (Daniel Gildenlöw é o cantor, não é a banda mas é quase ela, metal progressivo. Origem: Suécia. Sim, é uma banda nova: começou a se formar em 1991. Álbum que eu mais gosto? Não parei pra ouvir todos realmente, mas fico em dúvida quanto a Remedy Lane ou Be)

11 comentários:

  1. Ahhh, pq tirasse as outras? Eu ia ouvir agora de manhã :~

    ResponderExcluir
  2. Eu resolvi colocar um post só de Pain of Salvation. :P

    ResponderExcluir
  3. Eu vi no Blog de Daniel sobre um cara que não gostou do trabalho deles reclamando porque, para o dito cujo, "aquilo" não era metal. Daniel mostrou-se um pouco "abalado", ao meu ver e ainda explicou que o que ele tenta fazer é "algo diferente" e não ficar repetindo o que a maioria já faz (não lembro, mas acho que ele falou de uma forma que "diminuia" menos a "maioria"). Well, confesso que assisti uma entrevista com Sandy - isso mesmo da antiga dupla Sandy e Júnior - em que ela dizia que era importante não relevar muito os elogios das pessoas que ela não conhecia, pra não "subir a cabeça". Os fãns sempre dizem que 'eles' são perfeitos e maravilhosos, mas não são, só têm uma profissão diferente, como disse ela. Bom, da mesma forma acho que deveriam agir quanto as críticas, não é? Bom, eu gosto do trabalho de Daniel e acho que muita gente gosta também, eles fazem algo próprio. Não deveria se abalar por essa opnião.

    PS: Escrevendo isso tudo como quase fã que não tem como ter contato com Sr. Gildenlöw e dizer: Continue. Eu, como muita gente, admiro seu trabalho.

    ResponderExcluir
  4. Concordo, se todo mundo fizesse sempre o mesmo tipo de música (mesmo que dentro da categoria metal), seria muito boring.
    Só num entendi o "acho que ele falou de uma forma que "diminuia" menos a "maioria""..

    ResponderExcluir
  5. Ah... É porque eu falei "o que ele tenta fazer é "algo diferente" e não ficar repetindo o que a maioria já faz" Achei que essa minha frase fosse um tipo "a maioria só faz merda"... Apesar de eu não está longe de concordar com essa concepção :S

    ResponderExcluir
  6. Ahhh entendi, ele falou sem menosprezar "a maioria" :)
    E eu tbm não estou longe de concordar que a maioria só faz merda =X hehehe
    Antes eu achava que não tinha como julgar se algo é bom ou ruim, sem cair no gosto pessoal.. Sempre seríamos influenciados, e todas os julgamentos seriam parciais e impossíveis de ser debatidos. Mas aí veio aquela raposa e abriu meus olhos :P

    ResponderExcluir
  7. "Raposone" haha... Quem tem aulas com ele entende... É... Mas quanto a isso eu acho impossível sair do parcial visse? Gosto musical é como gosto quanto à cores e tal... Não a sensação que a cor tras... Tipo assim: Eu gosto da cor vermelha, ninguém é obrigado a gostar tb. A cor vermelha "atiça a fome", "comprovado" então todo mundo "concorda".
    PS: Antes de criticar o exemplo prestenção no bando de aspas que coloquei nas palavras (:P)

    ResponderExcluir
  8. hauahuauahauha
    Eu acho que deve ter um jeito de avaliar sim, mesmo algo que parece ser tão subjetivo quanto música.. Entra naquela história de transmitir significados relevantes (além das sensações, e o que elas te impelem à fazer). Mas num sei, seria preciso mais umas aulas com a raposa, abordando não só a arquitetura.

    ResponderExcluir
  9. Então você quer dizer que uma avaliação IMparcial só é possivel quando trata-se de arte?

    ResponderExcluir
  10. Não faço idéia.. Eu não pensei que pudesse haver uma avaliação totalmente imparcial, até saber como fazer com relação à arquitetura. Então acho que deve haver um modo de avaliar as outras coisas, a gente só não sabe ainda.

    ResponderExcluir
  11. Nossa. Isso tá muito subjetivo Thaís. Tá parecendo uma coisa sem fundamento ainda. Rs.

    Acho QUASE impossível uma avaliação imparcial (incluindo arquitetura). Até que me provem o contrário.

    ResponderExcluir